Receita de produtividade dos melhores resultados

 

  • 4968,6 kg/ha
  • 4894,2 kg/ha
  • 4880,0 kg/ha
  • 4849,2 kg/ha
  • Guilherme Ohl (esquerda) e Sr.Laércio Giampani (Syngenta Brasil)



O que fez a diferença?

 

  • Busca constante por conhecimento e aperfeiçoamento técnico.
  • Áreas experimentais para aprendizado: o sojicultor reserva toda safra 22 ha para testar novos conceitos e tecnologias.
  • Manejo da fertilidade do solo: programa de fertilização equilibrado (calcário e fertilizantes).
  • Obrigatoriedade da rotação de cultura: últimas safras – soja/ milho/ braquiária/algodão/soja.
  • Época de plantio adequada para a região.
  • Busca da perfeição na operação de plantio: “o sojicultor deve primar pela qualidade da distribuição de sementes”.
  • Escolha da genética e população adequada para as condições da sua propriedade.
  • Aplicação de micronutriente: manganês via foliar.
  • Alta tecnologia em defensivos e aplicações preventivas: antecipando as aplicações para minimizar perdas por pragas, plantas invasoras e doenças.
  • Aplicação de indutores de resistência: manutenção maior de folhas e maior intensidade do “verde” das folhas.
  • 03 aplicações preventivas de fungicidas: maior sanidade e manutenção das folhas.
  • Clima perfeito durante a safra: chuva e luz na intensidade correta.
  • Depoimento: “O grande resultado foi atingido graças ao correto uso das técnicas conhecidas, sem nenhum abuso no uso de insumos, somado ao clima perfeito para o cultivo da soja na região de Primavera do Leste, com abundância de luz em dezembro e janeiro, sem a falta de água no solo”.
  • Orlando Martins (VP CESB) e Sr.Reginaldo Brunetta (direita)


O que fez a diferença?

 

  • Atitude – Custo x Investimento: “O produtor tem que parar de pensar em ‘quanto’ e começar a pensar em ‘quando’ e ‘como’ usar melhor os insumos”.
  • Aperfeiçoamento do conhecimento através de eventos e livros técnicos.
  • Áreas experimentais para avaliar variedades: o sojicultor reserva uma área de competição de variedades.
  • Manejo adequado da fertilidade do solo: trabalhar bem o perfil do solo (calagem profunda e “bem feita”).
  • Aplicação de micronutriente: manganês via foliar.
  • Obrigatoriedade da rotação de cultura: últimas safras – braquiária/ milho/ sorgo/soja
  • Buscar bom nível de matéria orgânica através da palhada.
  • Escolha da genética adequada à condição da região.
  • Utilização de sementes de alto vigor e germinação.
  • Substituição de aplicações de triazóis por de misturas de fungicidas.
  • Operação de plantio que garanta boa profundidade e uniformidade: boa regulagem da plantadeira.
  • Qualidade operacional: “O custo de fazer bem feito e mal feito é o mesmo!”.
  • Alta tecnologia em defensivos e aplicações preventivas: “Produto na hora certa”.
  • Depoimento: “O uso de seleção genética com um bom manejo de solo, aliado a insumos de qualidade e um bom operacional é o segredo da alta produtividade”.

 

 

  • Sr. Rui Prado (Presidente AprosojaBrasil) e Otávio Melo (direita)


O que fez a diferença?

 

  • Aperfeiçoamento do conhecimento através da participação de grupos técnicos e consultoria.
  • Adoção da tecnologia de agricultura de precisão: alto detalhamento e conhecimento da fertilidade da área com grides de 2 ha.
  • Escolha da variedade adequada à região.
  • Controle total sobre pragas, plantas daninhas e doenças: “Zerar tudo”.
  • Manejo de doenças com 03 aplicações de fungicidas: maior sanidade final.
  • Clima perfeito para a soja: boa quantidade de chuva e de sol.
  • Depoimento: “A inovação da gestão como fator estratégico é determinante na produtividade”.

 

  • Sr. Marcos da Costa


O que fez a diferença?

 

  • Atitude voltada para o aumento da produtividade: “Quanto mais se produz, mais sobra dinheiro no final da safra”.
  • Busca de informações através dos consultores técnicos e agrônomos da região.
  • Irrigação por pivot central para minimizar o efeito da seca.
  • Manejo equilibrado da fertilidade do solo: “Um bom preparo do solo garante os melhores resultados!”.
  • Escolha da variedade mais produtiva: embasamento nos resultados regionais.
  • Aplicação de micronutrientes: manganês, cálcio e boro via foliar nas épocas apropriadas.
  • Teste de novos produtos para melhorar o controle das pragas e doenças.