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CESB – NOTA OFICIAL
Soja Safrinha

Sorocaba, dezembro de 2018

O CESB – Comitê Estratégico Soja Brasil, entidade sem fins lucrativos, qualificada como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), formada por produtores, profissionais, professores e pesquisadores de diversas áreas, que se uniram para trabalhar estrategicamente e utilizar os conhecimentos adquiridos nas suas respectivas carreiras e vivências, em prol da Sojicultura brasileira, tem por objetivo estimular a busca pelo aumento constante e sustentável da produtividade da soja no país.

É compromisso do CESB contribuir de forma referencial para o crescimento da produtividade e sustentabilidade da cultura da soja junto à sua cadeia produtiva e sociedade. Para isso, nossas atividades concentram-se no compartilhamento de conhecimento e técnicas práticas de manejo, produção e sustentabilidade, que se apresentam em consonância com as principais premissas de sua organização.

As condições favoráveis de mercado, associadas a um amplo portfólio de tecnologias, têm motivado os produtores a investir para aumentar a produtividade e também a expandir a área cultivada com soja. Tendo em vista as limitações legais para o avanço da cultura em novas áreas, além do interesse em produzir sua própria semente (semente salva que é um direito legal, desde que exclusivamente para uso próprio), dentre outros fatores, tem crescido o interesse dos produtores pelo cultivo da soja na segunda safra (safrinha – fora da época  recomendada e definida por lei na grande maioria dos estados produtores), principalmente em sucessão à soja, ao milho e ao feijão.

Alinhada com notas técnicas emitidas pela Embrapa e por várias instituições nacionais de pesquisa, onde alertam sobre a sucessão da cultura de soja sobre soja (soja safrinha), apresenta problemas fitossanitários agravados pela maior presença de inóculo de doenças, principalmente de ferrugem asiática, por sua agressividade e dispersão, e de outras pragas, podendo aumentar as doenças causadas por fungos de solo e por nematoides, além do ataque por pragas, especialmente percevejos, mosca-branca, lagartas, como a Helicoverpa armigera (Hubner), ácaros e percevejo castanho.

Ressalta-se que esses problemas tendem a se tornar mais graves também na soja da próxima safra (plantio em época recomendada), sendo desastroso dentro de um sistema de produção.

Todos esses fatores fazem com que a produção de soja fora da época recomendada e definida por lei, se constitua em uma atividade de alto risco para o produtor, para sua região, para seu estado e para o país, podendo inviabilizar toda uma cadeia que representa economicamente a mais importante cultura para o Brasil na balança comercial, que agrega valor e renda aos cidadãos e a sociedade.

Dentro destas premissas e seguindo o que a ciência define e recomenda, o CESB, condena e desaprova efetivamente o plantio de soja fora da época recomendada e definida por lei nos estados brasileiros e se solidariza a Embrapa e demais instituições que referendam seus pareceres a favor da continuidade e sobrevivência da sojicultura do Brasil.

Atenciosamente,

 

 

 

 

Luiz Nery Ribas
Presidente do CESB – Comitê Estratégico Soja Brasil

 

 

 

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